Confusão

ConfusãoComo, pois, se cumpriram as Escrituras, que dizem que assim convém que aconteça? Mateus 26:54.

Ao comparecer à entrevista de trabalho numa rádio, um homem foi confundido, com a autoridade aguardada para a entrevista que iria ao ar dali uns minutos. O produtor desse programa, preocupado com o horário, apressadamente, conduziu o candidato à vaga, desnorteado, ao estúdio de notícias, fixando o microfone na roupa dele.
Quando entrou “no ar”, o entrevistador não percebeu o pânico no rosto do entrevistado, e este desajeitadamente, tentou responder as perguntas que lhe eram feitas. Ele não estava fingindo ser uma autoridade — o produtor é que o tinha confundido. O equívoco se tornou notícia, e a emissora desculpou-se pelo erro.
Em contrapartida, Acabe, rei de Israel, optou por ignorar a verdade, ao buscar respostas em falsos profetas. Acabe não quis consultar o Senhor por meio do profeta Micaías, “…porque nunca profetiza de mim o que é bom, mas somente o que é mau…” (1 Reis 22:8). O rei tinha aversão à verdade.
Às vezes, preferimos a mentira em vez de palavras verdadeiras. Mas precisamos buscar orientações de conselheiros que creem que “Toda a Escritura é […] útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2 Timóteo 3:16). Que os nossos desejos não nos levem a trocar a verdade de Deus por mentira.

É melhor ouvir uma verdade dura do que a mentira agradável.

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